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Pasta de papel e colagem sobre tela.2004.1,5
x 2m.
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Pasta de papel e pigmentos sobre
tela.2004.1,45 x 2m.
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Pasta de papel e pó de ferro
sobre tela.2003. 1,50 x 1.50m. .
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Pasta de papel e pó de ferro
sobre tela.2003.1,50cm x 1.50cm.
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Pasta de papel e pó de ferro
sobre tela.2003.1,5 x 1.5m.
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Pasta de papel e pó de ferro
sobre tela.2003. 1,5 x 1.5m.
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Pasta de papel e pó de ferro
sobre tela. 2002. 80 x 120cm.
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Pasta de papel e alumínio
sobre tela.1999. 110 x 52cm.
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Pasta de papel, pó de ferro
e arame. 1999. 80 x 53cm.
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Pasta de papel e pó de ferro
sobre tela. 1997. 110 x 130cm.
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Pasta de papel e pó de ferro
sobre tela.2003.1,5 x 1,5m.
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Pasta de papel e pó de ferro
sobre tela.2002. 1,6 x 1,6m.
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Objetos em tamanhos variados. 2003.
180 x 40 x 40cm. Pasta de papel, ferro.
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Objeto. 120 x 100 x 100cm. 2004.
Pasta de papel, ferro, pó de ferro.
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Objeto. 220 x 60 x 60cm. 2004. Pasta
de papel, ferro
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Objetos em tamanhos variados. 2004.
180 x 30 x 30cm.
Pasta de papel, ferro, pó de ferro, cobre, alumínio
e tecido.
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Objetos. 2003. 180 x 40 x 40cm. Pasta
de papel, ferro.
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Tecido e ferro. 2002. 100 x 30 x
30cm.
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Pasta de papel, ferro, tecido e pigmentos.2004.
260 x 30 x 15cm.
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Adalice Araújo, professora
de História da Arte
"José Antônio de Lima
impõe-se pela pesquisa de materiais da sua fase atual.
Praticando uma espécie de pós-construtivismo, a
organização da geométrica que adota é
o pano de fundo para projetar a desconstrução da
sociedade urbana, dos múltiplos objetos visuais que compõem
o cotidiano; que ele tenta resgatar através de signos."
Nilson Monteiro, jornalista
"(...) Mais tarde, mesclaria os objetos
enegrecidos pendurados nas paredes de sua adolescência rural
com o fascínio de um tubo de pasta dentifrícia esmagada
contra o asfalto das cidades.(...)A caminho da paz e do conflito,
melecado de cores, sem vacinas contra influências e experiências,
não há volta para este vício. (...) A atemporalidade,
introversão, provocação, agressão,
comunhão de sua arte estão na estrada. No mundo.
O fazer do artista provoca a curiosidade. Quem duvidar que se
aproxime."
Aurélio Benitez, crítico
de arte
"É uma arte universal porque
é genuinamente telúrica."
Antônia Schwinden, Especialista
em editoração e publisher
"Em seus trabalhos, quase sempre com
o tom adubado da terra, no entrelaçar das formas geométricas,
uma profusão de signos aponta a direção.
Servem todos os lados: estão abertas todas as possibilidades.
Encadeando-se, os signos libertam a inquietação:
tensão e movimento constroem o sentido rítmico."
João Henrique do Amaral,
Diretor do Museu de Arte Contemporânea do Paraná
"Imponentes, místicas, as esculturas
de José Antônio de Lima são de um vigor atemporal
inexplicável, que sobrevoa civilizações diversas
e delas apropria-se de signos mágicos e heréticos."
José Carlos Fernandes, Jornalista
e editor de cultura, 1996
"Já são de seis para
sete anos nestes meandros, tempo que se viu integralmente envolvido
na pesquisa intensa que o conjunto de sua obra atesta. Nela está
presente a terra, tratada como cor ('as de Curitiba têm
muitas tonalidades'), o pó de serra, o óxido de
ferro, a cera de abelha, tecidos e pigmentos, jornais e caixas
de ovos..."
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