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Alex Cabral
Alex Cabral nasceu em Santos em 1962. Viveu em Belo Horizonte
até 1983 quando mudou-se para Curitiba para fazer parte
do Corpo de Baile do Balé Teatro Guaíra. Desde 1988
o artista participa de exposições coletivas apresentando
fanzines e arte-postal. Em 1999 foi selecionado pelo curador Tadeu
Chiarelli para o Panorama da Arte Brasileira realizado pelo MAM
de São Paulo onde mostrou uma série de desenhos
realizados com máscara sobre diversos tipos de papel.
Em 2003 realizou a exposição "Gigantes"
no SESC da Esquina de Curitiba onde as máscaras foram projetadas
em paredes de 4 x 6m para a realização dos desenhos
nas próprias paredes. Esta mesma técnica foi utilizada
para a realização de desenhos na Exposição
Imagética (2003) e Carlton Encontro com Artes (2004) ambas
em Curitiba.
O artista é integrante do grupo de artistas Linha Imaginária,
com o grupo já participou de exposições no
Centro de Arte Contemporâneo Wilfredo Lam - Cuba, Kunsthaus
Schuster Gelnhausen, Gelnhausen Alemanha, Embaixada Brasileira
de Berlin - Alemanha, Museu de Arte Contemporânea de Curitiba;
FUNARTE São Paulo, ACBEU Salvador, Museu de Arte de Belém,
Museu de Arte de Santa Catarina e Casa Mário Quintana,
Porto Alegre.
Em 2002 pariticipou da exposição "Arte Brasileño
de Hoy" em Pamplona-Espanha e em 2001 da exposição
"Arte Joven de Brasil" na Galeria Rafael Ortiz em Sevilha
- Espanha.
Possui obras no acervo do Centro Cultural Cândido Mendes
no Rio de Janeiro-RJ, Museu Metropolitano de Curitiba-PR e no
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro-RJ (Coleção
Gilberto Chateubriand).
Fonte: http://www.beta.geracaopedreira.com.br

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"Comecei como grafiteiro
e, após algum estudo de desenho e pintura, me dirigi
gradualmente às Artes Visuais. Meu desenho e pintura
trazem, explicitamente ou não, mas sempre em algum estágio
da execução, o uso de máscaras (estêncil)
para aplicação de tinta e/ou definição
do tema central. Estes temas, na pintura, são escolhidos
quase ao acaso e refletem meu gosto estético, nunca minhas
experiências pessoais e sentimentais. A superfície
superlisa das pinturas evidencia a ausência de qualquer
sentimentalidade. Já no desenho, o tema é sempre
a figura humana, copiada de revistas de moda, porém desglamurizadas
e banalizadas."
Fonte: Léo Bahia Arte Contemporânea
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